Disney libera trailer final de A Bela e a Fera



Entre os lançamentos mais aguardados de 2017, o live-action de A Bela e a Fera acaba de ganhar o derradeiro trailer, divulgado pela Disney na madrugada desta terça-feira, 31.

Além de novas imagens de Emma Watson como Bela, o trailer traz na parte final uma palhinha da canção Beauty And The Beast, interpretada por Ariana Grande e John Legend.

Na animação, de 1991, a música gravada por Celine Dion e Peabo Bryson ganhou um Grammy, um Oscar e o Globo de Ouro. Dessa vez, Celine cantará a faixa inédita How Does A Moment Last Forever.


Este é o terceiro trailer de A Bela e a Fera. Veja no início do post.

O anterior foi divulgado aproveitando o buzz do Globo de Ouro 2017 e mostra Emma, pela primeira vez, soltando a voz como Bela.

Dá o play:



Não deixe de conferir também o primeiro trailer e o trailer teaser.

O elenco conta ainda com Dan Stevens [Fera], Kevin Kline [Maurice], Josh Gad [Le Fou] e Luke Evans [Gastão, além de Ian McKellen [Cogsworth], Emma Thompson [Sra. Potts], Ewan McGregor [Lumière] e Gugu Mbatha-Raw [Plumette].


A Bela e a Fera estreia dia 16 de março no cinemas brasileiros.

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"Gente boa também mata": campanha ruim de doer é a cara do governo Temer


Tà tendo treta. A campanha do Ministério dos Transportes recebeu uma avalanche de críticas ao associar quem pratica boas ações a imprudências fatais no trânsito.

Errou feio, errou rude.

Há tempos não via uma m*** tão grande em propaganda e, pra piorar, bancada com dinheiro público. Se houvesse um Leão de lata para pior campanha, ela levaria o prêmio. Certeza.




Lançada no dia 2 de dezembro, a campanha da agência nova/sb inclui vídeo, redes sociais e OOH [mídia de rua].

Confira:



A ação traz frases como "Quem planta árvores pela cidade", "Quem faz trabalhos voluntários", "Quem resgata animais" e "Quem espalha amor pelas ruas"... "também pode matar".

Oi?

De acordo com o Ministério dos Transportes, o objetivo era abordar as cinco atitudes consideradas mais perigosas para o trânsito: embriaguez, velocidade, ultrapassagens irregulares, uso de celular e não uso de dispositivos de segurança.

O objetivo pode ser válido, mas a abordagem é completamente equivocada, segregadora e até ofensiva.


A estratégia é um desastre, uma forçação de barra jamais vista na publicidade brasileira. Pessoas do bem podem ser imprudentes, óbvio! Ninguém está imune a erros, mas a campanha seria muito mais útil se livre de viés ideológico.

"Muito infeliz este vídeo. Não importa se você é pessoa boa ou ruim todo o erro é passível de consequência", criticou um usuário na página oficial do Ministério no Facebook onde o vídeo foi publicado.

"Pior campanha dos últimos tempos. Além de abobalhar a bondade, mistura uma avaliação moral das pessoas com a questão das mortes no trânsito", reclamou outro. "Tive de ler 10x para entender... muitos entenderão errado, associando quem resgata animais aos acidentes", protestou mais um.


Os responsáveis dirão que "a ideia é lembrar que qualquer um pode matar no trânsito", ok, mas nem isso dá pra dar um desconto.

O conceito é incoerente, teve gente dizendo que sequer compreendeu.




A maneira como as frases foram construídas nivela as pessoas por baixo. Ambíguas e inconsequentes, depreciam quem se esforça em promover o bem à sociedade.

Existe uma linha tênue entre ser impactante e apelar para o mau gosto, além do que o texto está confuso e gera dúvidas - se você tem que explicar uma propaganda, ela não é uma boa propaganda.




E tacale textão, mandou bem, Gabriela:


O deputado federal Ricardo Tripoli [PSDB - SP], novo líder da bancada na Câmara, conhecido pelo trabalho em defesa dos animais, informou que protocolou um ofício pedindo a remoção imediata das peças,




governo saiu em defesa da campanha e afirmou que dará continuidade à cagada ação.

Em nota oficial divulgada na 3ª feira, 3, o governo explica que esta é a 1ª etapa, haverá outras. "Na primeira, o objetivo é chocar e chamar atenção para as práticas que geram acidentes involuntários por pessoas que não tem perfil de risco. Em sua 2ª fase, a campanha explica de forma mais didática os cuidados para se evitar os problemas ao conduzir veículo automotor".

Uma resposta meia boca que apenas explica o briefing, mas não aborda a polêmica. A nova/sb, a quem caberia justificar a campanha, foi desautorizada pelo governo a se manifestar.


No release distribuído à imprensa antes da polêmica, a agência não divulgou a ficha técnica do trabalho - isso normalmente acontece quando os profissionais envolvidos não se sentem orgulhosos e não querem ver seus nomes vinculados ao job.

O Sensacionalista mandou o papo reto dizendo que os criativos da campanha mataram os brasileiros de vergonha e propôs novos slogans como "Cortar aposentadoria também mata", "Reduzir investimento em educação também mata" e "Corrupção também mata".




Diante da polêmica, o governo voltou atrás e decidiu retirar a campanha do ar.

Em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo, o secretário de Comunicação da Presidência, Márcio Freitas, admitiu que apesar da boa intenção em mostrar que qualquer um pode cometer imprudências no volante, as peças continham um sentido controverso. "Ao levar essas peças para o cartaz, houve um equívoco. A comunicação não foi bem feita. Por isso, determinamos a retirada desses cartazes", afirmou.


Depois o governo mudou de opinião novamente e continua com a campanha, alterando apenas o cartaz que faz menção ao resgate de animais - a peça foi a que gerou mais críticas.

O vai e vem de posicionamentos e a manutenção da péssima campanha não surpreende vindo do [des]governo Temer.


Ainda assim, houve quem curtiu:





Mano, para que tá feio. Todo publicitário sabe [ou deveria saber] que é possível impactar o público sem lançar mão de um conceito que gera dúvidas, desentendimentos e ainda semeia discórdia.




Gosto cada um tem o seu, mas quando se trata de uma ação de utilidade pública do governo para informar e conscientizar a população não há espaço para amadorismos.

Cabe até um mea culpa:


Boa forma de salvar a merda campanha é transformar o ponto de vista negativo em positivo. Veja:


As peças acima e abaixo foram recriadas pelo publicitário Rodrigo Guedes. Como ele diz, "Boas pessoas podem fazer boas coisas". Leia a opinião de Guedes aqui.


Para não deixar dúvidas de como a campanha Gente Boa Também Mata é ruim, compare com o comercial da Agência de Transportes do governo neozelandês, abaixo.

Forte como um soco no estômago, o filme mostra um carro em alta velocidade prestes a se chocar contra outro. Nesse instante, o tempo para e os motoristas saem dos veículos. Eles travam um diálogo na tentativa de encontrar uma saída para o eminente trágico desfecho.

Prepare-se para cenas impactantes e dê o play:



Taí, publicidade com P maiúsculo. Causa impacto, sem apelações nem ofensas.

Confira algumas reações à campanha Gente Boa Também Mata:















O pessoal do Designimador também entrou na vibe fez uma adaptação para a nada mole vida dos publicitários:


A verdade é que qualquer coisa é melhor menos pior do que a campanha:



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